Ancoragem cognitiva estrutural
Configuração sociotécnica em que referências iniciais, selecionadas de modo persistente ou repetível, deslocam avaliações posteriores sem eliminar a decisão humana. Sua relevância jurídica depende de contexto, materialidade e prova.
Autoria e delimitação
Delimitação jurídica e operacional desenvolvida por Jandislei Antonio Genova.
A autoria indicada recai sobre a formulação, a delimitação ou a integração específica documentada nas obras e nos artigos citados; não implica autoria histórica de seus antecedentes.
Escopo analítico
O que o conceito permite examinar
- 01
Identifica pontos de referência iniciais selecionados por arquiteturas algorítmicas.
- 02
Examina persistência, repetibilidade e capacidade de deslocar avaliações posteriores.
- 03
Propõe análise contextual de materialidade, prova e consequências jurídicas.
O que não se reivindica
Não reivindica a criação histórica do viés de ancoragem e não presume manipulação, invalidade do consentimento ou responsabilidade automática.
Onde a formulação foi desenvolvida
Livro 1 (2026) e artigo A decisão não começa no clique: ancoragem algorítmica, autonomia decisória e influência cognitiva estrutural, publicado em 3 de agosto de 2026.
Como citar esta entrada
GENOVA, Jandislei Antonio. Ancoragem cognitiva estrutural. In: GENOVA, Jandislei Antonio. Arquitetura intelectual. 3 ago. 2026. Disponível em: https://jandisleigenova.com/conceitos/ancoragem-cognitiva-estrutural. Acesso em: [dia mês ano].
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