Revisabilidade sob evidência
Princípio segundo o qual a autonomia artificial relevante não exige criação sem pressupostos, mas a capacidade de alterar categorias, relações e hipóteses operativas quando intervenções e anomalias revelam que elas deixaram de sustentar previsão ou ação confiáveis.
Autoria e delimitação
Formulação operacional proposta por Jandislei Antonio Genova para delimitar autonomia artificial sem pressupor origem ex nihilo ou ausência de vieses indutivos.
A autoria indicada recai sobre a formulação, a delimitação ou a integração específica documentada nas obras e nos artigos citados; não implica autoria histórica de seus antecedentes.
Escopo analítico
O que o conceito permite examinar
- 01
Desloca a autonomia da quantidade de representações para a capacidade de reconhecer quando elas falham.
- 02
Exige que intervenções e anomalias possam modificar categorias, relações ou hipóteses efetivamente usadas para prever e agir.
- 03
Permite distinguir revisão operacional de mera reformulação verbal de uma explicação.
O que não se reivindica
Não significa ausência de priors, aprendizado sem arquitetura ou criação conceitual a partir do nada; tampouco demonstra consciência, agência moral ou autonomia geral.
Onde a formulação foi desenvolvida
Preprint Testing Task-Relative Epistemic Autonomy in Artificial Agents: The Perceptual Twins Benchmark, versão 2.1.1, de 5 de agosto de 2026.
Como citar esta entrada
GENOVA, Jandislei Antonio. Revisabilidade sob evidência. In: GENOVA, Jandislei Antonio. Arquitetura intelectual. 5 ago. 2026. Disponível em: https://jandisleigenova.com/conceitos/revisabilidade-sob-evidencia. Acesso em: [dia mês ano].
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