Autonomia causal-epistêmica relativa à tarefa
Capacidade funcional, delimitada por tarefa e família de intervenções, de escolher ações informativas, descobrir quais distinções causais importam, revisar categorias operativas, localizar falhas no próprio circuito epistêmico e ajustar investigação ou abstenção à incerteza.
Autoria e delimitação
Síntese operacional formulada por Jandislei Antonio Genova a partir de categorias preexistentes de agência epistêmica, aprendizagem causal, autorrepresentação e metacognição; a reivindicação autoral recai sobre sua integração e delimitação no protocolo.
Escopo analítico
O que o conceito permite examinar
- 01
Separa desempenho, autonomia operacional, agência comportamental e participação na revisão da interface causal-epistêmica.
- 02
Vincula a capacidade a intervenções, resultados, horizonte e resolução previamente declarados, evitando uma alegação absoluta de autonomia.
- 03
Integra seleção epistêmica, acoplamento comando–consequência, revisão de categorias, localização de falhas e metacognição calibrada.
O que não se reivindica
É uma capacidade funcional relativa ao protocolo; não equivale a AGI, consciência fenomenal, livre-arbítrio, agência moral ou personalidade jurídica.
Onde a formulação foi desenvolvida
Preprint Toward a Perceptual Twins Protocol: A Yoked Causal Design for Task-Relative Epistemic Autonomy, versão 2.2.0, de 12 de agosto de 2026, com auditorias internas corrigidas e limites probatórios explícitos.
Como citar esta entrada
GENOVA, Jandislei Antonio. Autonomia causal-epistêmica relativa à tarefa [verbete conceitual autoral]. In: GENOVA, Jandislei Antonio. Arquitetura intelectual. 12 ago. 2026. Disponível em: https://jandisleigenova.com/conceitos/autonomia-causal-epistemica-relativa-a-tarefa. Acesso em: [dia mês ano].
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